quarta-feira, 24 de abril de 2013

Governo pode desonerar data centers


Brasília - O governo está estudando políticas para atrair a instalação de centrais de armazenamento de dados (data centers) para o Brasil e analisa, inclusive, a possibilidade de conceder benefícios fiscais, disse nesta quarta-feira o ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.
"Estamos discutindo quais seriam as medidas, como, por exemplo, algum benefício fiscal e eventualmente se será preciso mudar a legislação de armazenamento de dados", disse Bernardo a jornalistas, após participar de audiência pública na Comissão de Ciência e Tecnologia da Câmara.
Segundo o ministro, o principal objetivo seria fazer com que empresas brasileiras, que hoje tem seus data centers fora do país, trouxessem essas instalações para o Brasil.
O ministro informou ainda que a Infraero fechou acordo com as operadoras de telefonia móvel para a instalação de antenas de terceira e quarta geração (3G e 4G) nos aeroportos controlados pela estatal, para reforçar a cobertura dos serviços nos terminais.


quinta-feira, 11 de abril de 2013

7 lições de carreira difíceis de aprender


Ao longo da carreira, as pessoas aprendem lições importantes para o seu desenvolvimento e ascensão profissional. É um conhecimento que começa a ser adquirido apenas a partir da prática e da experiência porque, entre a formação adquirida nas salas de aula das universidades e as exigências do mercado de trabalho há muitas lacunas, segundo especialistas.
Mas este aprendizado nem sempre transcorre em mares dos mais calmos. Na maior parte das vezes vem acompanhado de erros e fracassos que obrigam os profissionais a apostarem em mudanças de atitude necessárias para o ajuste da rota de sucesso.
Pensando nisso, EXAME.com consultou dois coaches para saber quais as lições de carreira mais difíceis de aprender na opinião deles. Com base na experiência com seus clientes, confira o que eles disseram:
1 Colaboração é a base do sucesso
Em tempos de competitividade em alta, a atitude colaborativa pode ser deixada de lado na busca afoita pelo sucesso profissional. Mas, engana-se quem pensa que só assim conseguirá se destacar entre seus pares.
“O ponto bom de trabalhar em uma empresa é que você vai aprender a colaborar com as outras pessoas e a colaboração é a base do sucesso de uma empresa”, diz a coach Marie-Josette Brauer. Quanto antes você descobrir isso, melhor.
2 Motivação surge a partir do comprometimento com a carreira e os objetivos
A temida “síndrome da segunda-feira” - que leva muita gente a se arrastar para o escritório - é um sinal claro da infelicidade no trabalho. “As pessoas dizem que se levantam para trabalhar porque precisam do salário, ou porque não podem ficar em casa”, diz Marie-Josette.
Ou seja, a motivação para encarar o expediente está ancorada apenas em fatores como o dinheiro, ou a ideia de que não é certo ficar sem trabalhar. “Mas é o comprometimento com a carreira e com os seus objetivos é que é necessário para se motivar e se desenvolver”, ressalta Marie-Josette.
3 Utilizar bem os feedbacks ajuda a gerenciar melhor a carreira
É certo que nem todos os chefes sabem dar feedbacks, mas é igualmente certo que muitos profissionais não sabem recebê-los, quando são negativos. “As pessoas ficam com raiva, e acabam entrando em uma luta emocional”, diz Marie-Josette.
Ela recomenda que as pessoas tirem a carga emocional que vem ao receber uma crítica e fiquem com a parte objetiva. “O chefe pode ter soltado os cachorros, mas em vez de só ficar bravo, tente pegar os pontos levantados. Se ele escolheu aqueles pontos é que porque tem algum problema com eles”, diz Marie-Josette.
4 Capacidade de síntese é essencial para manter o foco
Qual o seu objetivo no emprego atual? Melhorar o currículo, aprender novas técnicas e competências, crescer profissionalmente? Identificar os objetivos principais é fundamental para relevar obstáculos e não ficar perdido em detalhes, na opinião de Marie-Josette. É essa atitude, que ela nomeia como capacidade de síntese, que vai ajudá-lo a manter o foco.
Ganhar pouco, aguentar horários impossíveis, engolir sapos podem ser mais suportáveis quando você tem claro que seu objetivo é, por exemplo, ficar dois anos na empresa, melhorar o seu currículo e ficar mais perto da oportunidade profissional dos seus sonhos, de acordo com a especialista.
5 Apropriação de saberes é fundamental na construção do conhecimento
“A possibilidade de pensar a partir de vários pontos de vista é um desenvolvimento extremamente importante para gerenciar a carreira”, diz Marie-Josette. No lugar de uma postura arrogante em que o seu conhecimento vale mais do que o dos outros, aposte na apropriação dos saberes como aliada na construção do seu conhecimento.
“Cada um sempre sabe uma coisa, o segredo é refazer o percurso intelectual dessas pessoas para descobrir a razão por que aquela pessoa tem aquela opinião”, diz a especialista. Automatizar isso vai permitir uma abordagem das situações de vários ângulos diferentes.
6 Autocrítica é necessária na hora de tomar decisões de carreira
“A autocrítica é a possibilidade de se enxergar objetivamente”, explica Marie-Josette. É conseguir pensar onde você está, aonde você quer chegar, quais as suas limitações e o que deverá ser desenvolvido no caminho.
Pode até parecer simples, mas muitas pessoas não se avaliam e, portanto, não têm estas respostas. “Antes de tomar uma decisão é preciso fazer uma avaliação do máximo de informações possível”, lembra Marie-Josette.
7 Toda mudança pressupõe etapas
Para o coach Mike Martins, diretor executivo Sociedade Latino Americana de Coaching, a lição de carreira mais difícil de aprender é entender as etapas pelas quais as pessoas passam quando estão mudando. “Na primeira sessão com meus clientes costumo perguntar se eles conhecem as fases e, geralmente, não sabem”, diz Martins.
As etapas, diz ele, são derivadas das pesquisas da psiquiatra suíça Elizabeth Kluber-Ross que apresentou o estudo, na área de tanatologia (estudo da morte), das fases da morte e do luto: negação, revolta, negociação, reflexão e aceitação. “O que começou na ciência foi levado para o mundo corporativo e foram estabelecidas outras fases que envolvem uma mudança profissional”, explica.
A primeira fase é a mudança em si, em seguida, há a imobilização. “A pessoa fica imobilizada porque foi exposta a novo ambiente e não tem evidências e fatos para saber como agir”, diz Mike. A terceira é a recusa da mudança, que é seguida pela revolta.
Depois de ficar agressiva, a pessoa entra na fase de questionamento e passa para a etapa da depressão. Só recuperada desta fase, ela passa a testar a mudança. Conformidade e aceitação são as etapas seguintes e o resultado final é a resiliência.
Conhecer as fases é, de acordo com Mike, muito importante para não ficar preso em nenhuma delas. “Profissionais mais qualificados já conseguem saltar direto para a etapa de testar a mudança”, diz Martins.



quarta-feira, 10 de abril de 2013

Dicas para ser mais influente no trabalho


Astúcia social, ou seja, saber o jeito certo de lidar com diferentes perfis de pessoas, desenvolvimento da rede de contatos, sinceridade e poder influência são os quatro pontos fundamentais que balizam as habilidades políticas de um profissional.
Tratados no livro “Political Skills at Work” – (“Habilidades Políticas no Trabalho” na tradução livre, Ed. Nicholas Brealey), dos autores Gerald R. Ferris, Sherry L. Davidson e Pamela Perrewe, estes pontos fazem parte do que João Furlan, diretor executivo da Enora Leaders, prefere chamar de inteligência organizacional.
“Desenvolver a inteligência organizacional é muito importante, principalmente para quem está no começo da trajetória profissional porque pode determinar a velocidade com a pessoa vai crescer na carreira”, explica.
Aumentar a rede de contatos, mapear perfis para saber o melhor de jeito de se adequar ao estilo das pessoas, e tentar ser o mais sincero e transparente possível na comunicação são atitudes que muitos profissionais já praticam ou colocaram na lista de metas a serem alcançadas até o fim do ano.
Mas em relação a garantir mais poder influência no escritório, muita gente ainda tem muitas dúvidas. O que fazer para conseguir influenciar pessoas? É o que Exame.com perguntou a dois especialistas. Furlan baseou as seis primeiras dicas no que propõe o professor Alan Cohen no livro "Influência sem Autoridade" (editora Évora). Confira:
1 - Assuma que todos são potenciais aliados - Evite se fechar na sua “panelinha” dentro da empresa. Você pode ter mais afinidade com determinados colegas de trabalho, mas nem por isso deve deixar de lado as outras pessoas que trabalham com você.
“Há muitas panelas nas empresas, é natural do ser humano, mas as pessoas têm que perceber que não podem se fechar”, diz Furlan. Para aumentar seu poder de influência, extravase o limite dos grupinhos do escritório, esteja aberto para conversar com todas as pessoas pois elas podem ser boas aliadas.
2 - Deixe claros seus objetivos e prioridades - “Como é possível influenciar alguém para lhe ajudar se essa pessoa não sabe ao menos quais são os seus objetivos”, pergunta Furlan. Certifique-se de que quem pode agir em seu favor sabe quais são os seus planos e metas. Seja objetivo na hora de comunicá-los, para não restar dúvida.
3 - Faça um diagnóstico do “mundo” das outras pessoas - “É também investigar as características de personalidade, se é uma pessoa mais analítica ou mais expressiva, por exemplo”, diz Furlan. Faça perguntas, se interesse também por outros aspectos, como hobbies, metas, objetivos, preferências.
4 - Identifique moedas de troca para você e para os outros - Depois de investir tempo para descobrir mais sobre as pessoas e suas prioridades, você será capaz de saber exatamente o que é importante para um e o que é para outro. Dessa forma você poderá identificar as chamadas de moedas de troca para você e para os outros. O que está ao seu alcance de fazer e que é interessante para um colega de trabalho? O que ele pode fazer por você?
5 - Mantenha os relacionamentos e aposte no networking - Procure manter alianças, amizades e relacionamentos profissionais. Faça um esforço para não perder contato com quem você for conhecendo ao longo da carreira.
Por mais próximo que você tenha sido de alguém, passados vários anos sem contato, o laço se perde. “Não dá para pensar que uma pessoa com quem estudo há 30 anos e nunca mais falou vai estar disposta a lhe ajudar”, lembra Furlan.
Na opinião da coach Silvana Mello, da consultoria LHHDBM que acaba sendo consequência para quem está sempre atualizado . “É uma forma positiva de influenciar pessoas”, diz. Ao perceber que pode ajudar alguém a partir da transmissão do seu conhecimento ou experiência , não se acanhe, diga que está disposto a ensinar.
6 - Comprometimento - A dedicação à empresa pode ajudá-lo também. “Comprometimento é uma forma de influenciar pessoas”, diz Silvana. Uma atuação focada vai fazer com que as pessoas o respeitem mais e com isso, você se torna mais influente.
7 - Contribua com as outras áreas da empresa - Amplie a sua atuação e busque espaço para contribuir com outras áreas e departamentos da empresa. “Dê ideias e opiniões”, sugere Silvana. Vale destacar que o primeiro passo é se aproximar das pessoas para conquistar a confiança necessária e poder efetivamente ajudar no que for possível.


Estilo Google de gestão veio para ficar, diz David Ulrich


O mundo corporativo vive um momento de transição na forma de administração da força de trabalho. O estilo moderninho de gestão de pessoas, praticado primeiramente pelas empresas de tecnologia, como o Google, não é apenas uma moda. Para David Ulrich, professor de Gestão na Ross School of Busines, da Universidade de Michigan, essa transição não tem volta.
A base de todo esse movimento estaria na incorporação definitiva da tecnologia na mão-de-obra e na rotina de trabalho. “A tecnologia e a mobilidade estão no centro das adaptações que as empresas precisam fazer para se adequar ao mercado de trabalho”, afirma o professor, considerado a maior autoridade em gestão-de-pessoas do mundo.
Em visita a São Paulo para o Fórum HSM - Gestão e Liderança, o especialista mencionou uma realidade bastante comum aos habitantes de grandes metrópoles. “Há seis anos venho aqui e enfrento grandes congestionamentos. Penso no quanto de produtividade perde-se aqui enquanto essas pessoas poderiam estar trabalhando em suas casas”, afirma. “A tecnologia mudou também a localidade do trabalho.”
Outro ponto fundamental está no balanço entre vida pessoal e profissional – e quem vem liderando esse movimento é o público mais jovem, ou a polêmica Geração Y. “O trabalho não dá sentido à vida dos jovens, é apenas mais uma das faces deles. Os mais jovens pensam e vivem diferente”, afirma.
Variedade - Embora o apelo desses elementos seja universal, Ulrich faz questão de lembrar que “nenhuma ferramenta funciona em todos os lugares”.
Da mesma forma, as políticas de recursos humanos tendem a ser cada vez menos generalistas. “Os times de melhores performances apresentam uma grande diversidade de práticas”, diz.
No entanto, os valores e a cultura da empresa devem permear toda a equipe - e devem sim ser critérios eliminatórios na escolha dos candidatos, mesmo em momentos de escassez de talentos. “É possível ensinar processos e técnicas, mas valores e cultura devem vir com a pessoa”, afirma.
No mesmo sentido, Ulrich entende que as habilidades de liderança devem vir com os profissionais. “Todo líder pode conduzir qualquer companhia, desde que aprenda um mínimo de habilidades técnicas”, afirma.

Redes sociais atrapalham ou melhoram a produtividade?



Redes sociais são vilãs ou mocinhas quando o assunto é produtividade? Para muitas empresas elas atrapalham o rendimento dos funcionários. Mas, uma recente pesquisa realizada por Joe Nandhakumar, professor de sistemas da informação na Warwick Business School, no Reino Unido, contraria o que dizem muitos chefes na hora de banir o acesso no escritório a Facebook,Twitter, LinkedIn e outras ferramentas, como o Skype.
É que, de acordo com ele, o uso das redes sociais acelera o cumprimento de metas e o tempo de resposta de funcionários a clientes. Isso porque, essas ferramentas tornam possível que profissionais trabalhem e colaborem com seus colegas mesmo quando estão fora do escritório. É o que ele chama de teoria do co-presença virtual.
Ou seja, em tempos de home office e jornadas flexíveis, as redes sociais podem ser os meios de comunicação certos para unir funcionários. “As redes ajudam os profissionais a realizarem muito mais”, defendeu o autor do estudo, em comunicado divulgado à imprensa. A pesquisa completa ainda será publicada pelo Information Systems Journal.
Jovens conectados
Levantamento realizado pela Page Talent no fim do ano passado com 200 estagiários e trainees, revelou que quase metade deles (46%) acessa redes sociais durante o horário de trabalho e 42% afirmaram  ficar por volta de uma hora conectados.
A pesquisa de Nandhakumar pode até fazer com que muitos desses jovens que não resistem à tentação de checar o feed do Facebook de 10 em 10 minutos se sintam melhor. Mas, cuidado! Perder 20 minutos bisbilhotando a página de um colega e vendo as fotos de suas férias não vai torná-lo mais produtivo.
O que está em questão é uso que você faz da ferramenta. Se é apenas para assuntos pessoais e bate papo entre amigos,a pesquisa não diz respeito a você, e, muito provavelmente, as redes sociais contribuem para a perda de tempo no trabalho.
O verdadeiro carrasco
Mas, o grande carrasco da produtividade parece mesmo ser o bate-papo, só que presencial, segundo outra pesquisa, feita pelo site Salary.com. Conversar com colegas de trabalho é o principal motivo de perda de tempo durante o expediente, para 43% dos entrevistados.Estudo, feito pela consultoria Track Via, também coloca as conversinhas no escritório no topo do ranking da perda de tempo durante a jornada de trabalho. Para 14% dos entrevistados o bate papo com os colegas é o principal causador dos atrasos no cumprimento de tarefas. As redes sociais foram citadas por 9%, e acabaram ficando atrás também de problemas técnicos nos computadores e reuniões.

terça-feira, 9 de abril de 2013

MSN Messenger chega oficialmente ao fim hoje

                                        


Anunciado já há algum tempo, o fim do MSN finalmente chegou. A partir de hoje, usuários do programa terão que migrar de vez para o Skype, adquirido pela Microsoft em 2011.
A fusão e a transferência de contas de um serviço para o outro foram avisadas em meados do ano passado, mas muitas pessoas não pareciam estar tão animadas em fazer a migração. Tanto que, no mês passado, a Microsoft enviou comunicados aos usuários alertando sobre a necessidade de se cadastrar no Skype e deixar de lado o MSN. Na ocasião, a empresa americana ofereceu um “brinde” a quem migrasse: um mês de ligações gratuitas no programa de VoIP.
Quem ainda tiver dúvidas sobre o uso do programa pode conferir algumas dicas em um site lançado pela empresa. Nele, você encontra um link (em inglês) com instruções, ensinando como fazer no Skype (quase) tudo que era possível no finado Messenger.
O MSN Messenger estava presente nos computadores com Windows desde 1999. O app foi responsável por tirar o prestígio de comunicadores como ICQ, AIM e IRQ, entre outros. Em 2006, virou Live Messenger e, atualmente, contava ainda com, ao menos, 100 milhões de usuários, embora tenha chegado a mais de 300 milhões. No Brasil, essa migração obrigatória deve começar mais tarde, no dia 30 de abril. Então, se você ainda utiliza o MSN, aproveite esse tempo para se despedir.


terça-feira, 2 de abril de 2013

QUANTO TEMPO PARA QUEBRAR SUA SENHA?


Publicado por Xerxes Lins em 01/04/2013 

Login: xerxeslins, 3446370 pontos | Blog: http://linuxstyle.blogspot.com/



Sempre dizem para dificultar as suas senhas de acesso ao Gmail, Facebook, etc. Então, o que você faz? Cria uma combinação fácil de lembrar. Mas como medir o grau de dificuldade da sua senha, e mais, como saber quanto tempo levaria um computador dedicado a testar combinações, até descobrirem a sua senha? Acesse:

Digite sua senha e veja! A importância, pelo menos para mim, de uma senha segura é muito grande. Porque em minha conta do Google, ou do Facebook, tenho informações muito pessoais e que costumo consultar frequentemente, embora não tenha grande valor para terceiros. Ainda recomendo a criação de uma conta alternativa de e-mail, por segurança, para serviços extras do qual não deseja usar sua conta principal. Em todo caso, a senha precisa ser bem segura. A minha senha do Gmail, não sei se é boa ou não, mas de acordo com o site citado, levaria 37 bilhões de anos para ser descoberta... Ou seja, o Sol vai esgotar todo o hidrogênio antes de descobrirem minha senha.

Fonte: http://www.vivaolinux.com.br/dica/Quanto-tempo-para-quebrar-sua-senha